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Sem Saída.

Intrigante. Nada mais acertado do que esta palavra neste momento tão simbólico e sombrio. É intrigante que o objeto mais cobiçado em minha carreira de estudioso, os Manuscritos de São Miguel, venham a cair em minhas mãos tão repentinamente como uma simples chuva de verão. Gerard olhava pela janela e via o sol se por de seu escritório na ala de estudos religiosos da faculdade em que lecionava. Seu principal adversário na busca de obras ocultas, Leonard Bemateau, também seu amigo de estudos iniciáticos, falecera recentemente de causas que ainda estavam sendo investigadas pelas autoridades. Dois dias após a morte ser noticiada, os manuscritos chegaram em suas mãos via Fedex. Ao examinar a peça, Gerard notou diferenças complexas comparando a uma cópia que teve acesso há alguns anos atrás. Desde desenhos que não combinavam, a textos inteiros inseridos a esmo, mas com uma perfeita clareza descritiva e pura, a peça em suas mãos parecia ser autêntica e unicamente original.  Duas semanas após o recebimento, teve a visita da ex-mulher do falecido, Sophia, que passara a ser dona do espólio de seu amigo. Ela sabia de alguma forma o que ele tinha em seu poder, mas nada mencionou. Fora uma visita cortês e apática. Nada demais. Ele sabia que Sophia era integrante do mesmo grupo oculto em que tanto Leonard quanto ele fizeram parte. Ele foi afastado por ter pensamentos deturpadores e avançados demais para seu grau dentro da Sociedade. Ele não compreendia por que a política e influência tinham de prevalecer também dentro de um grupo que se dispõe a evoluir e ascender mental e espiritualmente. Compreendia sim, que a verdade era pura e simples, e que poderia ser de acesso a todos. Todos tinham capacidade de serem “despertos” mas os que se auto-intitulavam líderes abominaram seu discurso e classificaram como quebra dos votos que selaram seu ingresso na Sociedade. Abominável. Deturpador. Alguns o classificaram maldosamente de Besta, comparando-o a Crowley. Ele rira disso... E sentiu-se elogiado. Mas nunca se colocara em tal posição. Além do mais, não concordava com o modo de vida de Crowley. Seus ensinamentos eram diretos para aqueles que sabiam onde procurar. Em meio às brumas dos jogos de palavras ele desmistificara e colocara o homem como centro de tudo. Egocêntrico demais... Mas em parte verdadeiro. Enfim. Estudou profundamente os manuscritos. Dúvidas surgiram. Descobertas feitas. Quanta coisa a ser questionada e analisada. E em meio a tudo, ficara cego e descuidado. Esquecera onde pisava e pagou caro. Numa noite ao chegar de seu trabalho, encontrara a porta aberta de seu apartamento. Mobília revirada. Objetos quebrados. Uma completa desordem. Ao rapidamente foi até o telefone para chamar a polícia e sofreu um golpe na cabeça. Desmaiou. Acordou dois dias após, no hospital. Braço direito quebrado em duas partes diferentes. Perguntaram se era usuário de alguma substância ou se fazia algum tratamento com algum tipo de remédio. Seus exames indicaram uma substância entorpecente no organismo. Enfim ele soube quem fora. A Sociedade queria o manuscrito. Estava em local seguro. Teve certeza que não conseguiram nenhuma informação útil quando verificou o local onde estava guardada a cobiçada preciosidade, tudo feito com o máximo de cuidado para não ser seguido nem levantar suspeitas. Com seu desenvolvimento e condicionamento mental conseguira preservar o segredo. Mas agora o que fazer? Como continuar seu trabalho na faculdade e seu estudo em cima de todo o místerio do manuscrito? Como se sentir e manter-se a salvo da Sociedade? Não podia contar com ninguém. Nem mesmo as autoridades. A Sociedade era influentes. As autoridades locais poderiam ser manipuladas. Isso se não houvesse patentes do alto escalão como membros. Afinal, eles se espalharam por todo o mundo e permeavam a sociedade nos mais diferentes níveis e cargos sociais. Como se esconder do “Olho que Tudo Vê”? Olhava incrédulo para o por do sol e teve um lampejo melancólico e mórbido de que poderia ser o último. Tivera sorte. Da próxima talvez não sairia vivo. Mas o que o intrigava era por que o deixaram vivo? Com certeza para que ele os levasse ao esconderijo do manuscrito? Não poderia colocar em risco. O que fazer? Estava só e não poderia confiar em ninguém. O que fazer para retirar o manuscrito do local, sem levantar suspeita, e partir para algum lugar em que pudesse se isolar e estudar o mesmo em segurança? Não tinha idéia. Olhou para fora e viu movimento de pessoas vindo em direção à ala onde estava. Era um grupo de estudantes. Respirou aliviado assim que os identificou. Dentre eles estavam duas de suas alunas. Estudavam sociologia. Além de terem demonstrado interesse especial por suas palestras e estudos religiosos, também demonstraram  gosto por suas divagações e explicações sobre o oculto. As duas se separaram do grupo, foram até a entrada principal e uma delas veio na direção de seu escritório. Teve uma idéia. Era uma alternativa. Desesperada. Mas quando se é inocente não sabe do risco que corre. Além do mais poderia garantir a segurança dela a distancia. Iria colocar em prática seu plano.  Era a única alternativa e tinha de ser feito o mais rápido possível. Escutou batidas na porta e foi atender. Respirou, acalmando-se e abriu a porta com o braço que estava bom. “- Olá professor! Vim lhe fazer uma visita. Soube do acidente e queria ver se estava tudo bem”.“- Acabei de fazer chá. Quer beber comigo enquanto conversamos?” Gerard notou as faíscas e o brilho no olhar de sua aluna. Sabia o que ela sentia. E sentiu-se culpado por se aproveitar desse sentimento para salvar o que considerava a maior descoberta desde os Manuscritos do Mar Morto. Mas não tinha saída. “- Entre Lia e fique a vontade. Foi ótimo você ter me procurado”.Fechou a porta após a estudante entrar.

12:43 - 18/5/2007 - Comentários {1} - Comente Também

Vertiginoso.

“Corre filho da puta, corre!” Falava consigo enquanto, em carreira desabalada ao fim do beco sem saída em que entrara na vida, olhava incrédulo para seu peito e via que não estava manchado de sangue. “Puta que o Pariu! Se o desgraçado não estivesse tão chapado teria aberto uma boceta no meu peito”.Olhava pro peito e arfava ao correr pela alameda escura na madrugada. Virou a esquerda às cegas e deu de cara com quem não devia. “- Teco, Teco, Teco... o que eu faço com você?” “- Porra Maurício, num sacaneia não veio. Eu não fiz de propósito vai. As paty vão me pagar amanhã. Eu juro cara, pela minha mãe”.“- Tu nem conhece a prostituta que te colocou no mundo cara. Como pode jurar pela vagabunda?” “- Pow mermão! Eu to te falando! Não faz isso! Eu nunca falhei contigo!” “- Ninguém nunca falhou comigo Teco. E quem falhou ta debaixo da terra”.“-Porra cara! Abaixa essa arma vai! Num faz isso! Eu amanhã te pago! Sem falta! Porra! Porra! Abaixa iss”.“-Cala a boca. Eu só queria saber o por que? Você comeu elas? Enfiou no cu delas o que você pegou comigo seu filho da puta?” “- Cara... num... favor...” “- Ta difícil falar com o ferro na boca? Caralho... Onde essas patys moram?” “- Cara... Elas são filhas de cana veio... Se eu te levar lá eu morro”.“- Você não entendeu que se não me levar vai morrer do mesmo jeito?” “- Pow... não faz isso... é só até amanhã...” “- Caralho não acredito. Você se mijou cara... Puta que o pariu! Ah... sem essa... Cara... Amanhã as 15:00hs no meu ap. E se tu não aparecer nem mijando você escapa. Caralho. Essa foi foda”.Teço cai sentado na calçada e chora. Copiosamente, nervosamente, humanamente. Se achava invencível, ninguém daria a volta nele. Mas depois das patys. Isso não ficaria assim. Elas iam pagar pela humilhação. Afinal ele se mijou pro Maurício. Ta certo que ele cagava de medo do cara, mas nunca demonstrou isso. Até mesmo porque sempre pagou certinho e as vezes adiantado.Aquelas patys iam se ver com ele. Se levantou, olhou o estrago, e limpou o rosto. Ainda bem que estava com sua mochila de campanha. Nela tinha tudo! De camisa, calça e cuecas, até seda, seringa e gilete. Caminhou mais um pouco, era desconfortável, mas não tinha jeito. Desceu a ruela e virou a direita. Caminhou mais uns dois blocos e viu um bar. O letreiro era novo, mas o bar era velho. O bar do judeu. Mas o letreiro dizia agora o nome SACRILÉGIO e até que estava movimentado. O que o porco havia feito na espelunca? Resolveu entrar e ver qual é, até mesmo por que poderia ir ao banheiro e se limpar da vergonha. Passou pelo balcão e viu o atendente de costume, pediu uma cerveja e o banheiro pra usar. Foi até o banheiro, quase tomou banho, tava reformado. Se trocou, saiu e pediu ao atendente pra guardar a mochila atrás do balcão. Foi pra uma mesa e ficou bebericando a cerva, gelada. O que havia acontecido com aquela espelunca? As cadeiras estavam reformadas. Tinha duas garotas servindo, uma ele conhecia. Tinha um tabladinho e lá um cara tocava no violão um rock. Tinha umas 30 pessoas no bar, e ele se sentiu pela primeira vez na noite de certa forma seguro. Mas tinha de arranjar a grana pro dia seguinte, ou... Olhou pro balcão, olhou o movimento, pensou. Pensou. Tomou outro gole da cerveja. Pensou. Olhou o carinha que havia acabado de tocar. Pensou. “- Quer mais uma Teco?” “- Débora?! Você trabalha aqui?” “– Comecei hoje. E você ta fazendo o que? Curtindo o show?” “- Ah. Só passei e vi o movimento, então entrei. Legal o lugar. O que o judeu fez?” “- Judeu? Não ele vendeu. Quem comprou foi o Jonathas. Aquele lá no balcão.” “- O empregado? Mas como?” “- Sei lá. Só sei que ele comprou faz um mês e reformou. Ta legalzinho né?” “- Ficou. E você? Na mesma?” “- É na mesma... E você? Na mesma?” “- É na mesma...” “- Depois eu volto. Vou atender ali. Beijinho.” “- Ta vai lá.” Agora fudeu. Fazer aquele lugar não dava. Iam saber que foi ele. E agora. De volta a estaca zero. Merda! Terminou a cerveja e olhou pro balcão. Pensou. Mas desistiu. Baixou a cabeça e chorou baixinho. Tava cansado. E não tinha como. Não tinha saída. O filhoda puta do Maurício ia acabar com ele. Ele não tinha como pegar o dinheiro com as patys por que ele havia gastado o bagulho com elas na tentativa de uma festinha. E o que rolou? Nada! Água. As duas cheiraram e chaparam juntinhas, quase overdose. Se ele fosse babaca teria sido pior. Agora tava fudido e mal pago. “-O que foi Teco? Ta chorado por que?” “- Nada Déb, nada não.” “- Ih qual foi? Pegou bagulho de novo?” “- Não! To limpo. To devendo uma grana prum cara aí e não tenho ela.” “- É isso mesmo? E quanto é?” “- 200 mingau.” “- E me responde, é por causa de bagulho?” “- Não. Te juro.” “- Perai então.” O que aquela maluquinha ia fazer? Ela foi até o cara do balcão e falou com ele. Será que ela ta pedindo pro cara? Caramba, e agora? Será que ela consegue? Ela ta voltando o que ela fez? “-olha só, se você trabalhar por quatro dias lavando as louças, limpando a situação aqui o Jonathas te paga esses 200,00. O que acha?” “- Ele vai me pagar agora?” “- Só quando acabar né. Ta querendo demais.” “Mas se eu pedir pra ele me pagar amanhã... Eu deixo minhas coisas aqui.” “- Faz o seguinte Teco, eu te empresto e você me paga quando receber ta?” “Poxa Déb, obrigado.” “-Ta, agora vai lá atrás lavar a louça que tem uma pilha imensa lá.” “- Ok!” Com a alegria renovada, Teodoro passa pelo dono do SACRILÉGIO, seu chefe, e vai pra cozinha começar a trabalhar. No dia seguinte ele vai ter como acertar com o filho da puta do Maurício. E tudo graças à Débora.

12:40 - 6/5/2007 - Comentários {1} - Comente Também

O Começo.

 

Jonathas não tinha nada demais. Era um cara tranqüilo. Fisicamente? Branco, cabelos e olhos pretos, estatura mediana, boa pinta. Nunca teve dinheiro. Desde cedo trabalhou. E digo desde cedo mesmo. Começou aos nove vendendo jornais e com os trocados comprava a comida dele e da irmã. O que sobrava comprava lá vez outra umas bolas de gude. Morava com a mãe e era a mesma coisa que se morasse só com a irmã. Seu pai? não conheceu, pelo menos até os 17 quando um bêbado, barbudo e mal encarado chegou chutando e arrastando sua mãe pelos cabelos em casa. Sua reação? Pegou sua irmã e foram pro terraço do prédio onde moravam, em seu esconderijo particular próximo da casa de máquinas do elevador desativado. Ficaram lá três dias e quando voltou pra casa o que escutou da mãe foi um “–Você trouxe meu cigarro?”. O cara nunca mais voltou. Pra Jonathas não fazia diferença. O que importava era sua irmã. Lia tinha 10 anos nessa época. O tempo passou e ela continuou  crescendo, sua mãe definhando. Quando fizeram respectivamente 21 e 14 anos a mãe falecera. Fora um golpe duro pra Lia, mas Jonathas não se importou muito, não tivera carinho dela mesmo. Ele trabalhava de manhã num mercado oriental no bairro próximo durante o dia e a noite num bar na esquina da rua onde morava com sua irmã. Dormia um quatro ou cinco horas no máximo por noite. Lia trabalhava numa farmácia próxima da escola que era no mesmo bairro onde moravam e ficava assim. Durante o dia trabalho e a noite escola. Ia pra casa as 10:00 da noite. Bairro mais ou menos mas não era barra pesada. Passou pra faculdade e continuou seu caminho. Jonathas orgulhoso teve sua primeira alegria depois de todos esses anos. A irmã ir a faculdade. Coisa que ele não fez, mas sempre a incentivou. E lá se foi, deixando o irmão, feliz e pesaroso, mas realizado de que conseguiu o melhor que pode para a irmã. Passaram-se 2 anos, quase nenhuma namorada, muita saudade da irmã e muito trabalho. Conseguiu juntar um bom dinheiro, não muito, mas pensava em fazer algo. Afinal trabalhar do jeito que trabalhava ninguém merecia. Agüentar o chinês filho da puta do mercado de dia e a noite o judeu porco dono do bar era foda! Mas fazer o que? Ria consigo mesmo quando o chinês esbravejava com os empregados e ninguém entendia. Dizia consigo “A cobiça ainda vai cobrar seu preço filho da puta!”, e um dia não cobrou? Um puta incêndio consumiu todo o mercado. Disseram que foi forjado. O chinês não falou muito sobre e abriu outro negócio, importados, em outro bairro. Demitiu todo mundo e pegou nem menos da metade pra quem devia. Foda! Falou com o judeu porco e passou a trabalhar integral no bar. Não era muita coisa, mas como não gastava também, enfim. O judeu era estressante e nojento. Dava uma de superior mas era porco de espírito. Gostava de espezinhar e humilhar os empregados. No bar eram três, Jonathas, que ficava no balcão durante todo o tempo das 08:00 as 00:00, uma cozinheira que trabalhava de dia e uma garçonete de 17 anos que trabalhava a noite e que o desgraçado ficava a dar em cima e tentar bolinar. Como já havia dito, um Espírito de Porco. Uma noite dessas o desgraçado havia bebido demais e encurralou a garota no fundo do bar e enfim, confusão arrumada. Lá foi Jonathas tirar o velho porco judeu desgraçado nojento filho duma puta tarado de cima da garota. A revolta do velho foi intrigante, o soco no olho de Jonathas inesperado, a discussão em seguida engraçada que culminou mais uma vez na tentativa de rebaixamento de todos dentro do bar ao patamar de lixo, junto aos pés do bêbado fimosento. “-Eu te dei uma oportunidade de vida aqui e você pensa que é o que seu berinjela filho da puta?” Jonathas ergueu o olhar para o Hitleriano Israelita e num tom calmo respondeu “-Sou o carcamano desgraçado que te livrou da cadeia”.Levantou-se e foi ao bar lavar o rosto. O inflado, suado e abismado judeu chauvinista continuou “-Você não tem onde cair morto, não tem eira nem beira, e me vem com essa que fez algo por mim? Você não tem nada! Você não é nada! Nada!” Jonathas manteve a calma, ele tava bêbado, merecia uma surra, mas bêbado e com 65 anos não valeria o esforço e só causaria problemas. A resposta teria de ser de outro jeito, e que humilhasse ele. “-E se eu provasse para você que sou alguma coisa, além do limpador do balcão do seu bar imundo?” “-Como assim? Bar imundo? Você sabe quanto custa esse bar? Sabe? Não sabe. Se soubesse o valor do ponto e o quanto ele é bem localizado você mudaria de idéia”.Bingo. Ta aí, pensou Jonathas. “-Me diz o valor então velho? Me diz já que você é superior a mim? Me prova que isso aqui que vejo vale a pena?” Sem pestanejar o judeu a gabar-se “-Lhe digo que com tudo dentro, o ponto e mais os empregados, que passo junto, uns cento e vinte mil... mas se me derem na hora cem eu vendo”.Jonathas sorriu. O velho não entendeu. “Por cem mil o senhor vende essa espelunca?” “Agora vai me dizer que tens o dinheiro? Você que nem tem onde cair morto?” “E se eu tiver? O que o senhor faria?” “Meu rapaz... se você tiver esse dinheiro, te vendo esta merda e ainda te entrego a chave de cuecas”.No dia seguinte, antes de ir trabalhar, Jonathas passou na casa do judeu filho da puta tarado e entregou em mãos uma mochila com os malditos cem mil. Humilhado judeu foi entregar as chaves e os documentos no bar de cuecas. Uma semana se passou e agora Jonathas pode ver no que se meteu. O bar tinhas problemas a dar com pau e precisava de reformas e acertos fiscais. Tudo negociável, mas trabalhoso. Sentado no balcão, com um copo de cerveja, descansando a hora do almoço ele pensa em ligar pra irmã e contar a novidade. Agora é um novo começo, e quem sabe dessa vez pra ele também vai ser bom?

11:41 - 4/5/2007 - Comentários {3} - Comente Também

- O Que é?
Sabe... é esquisito, mas sempre de onde menos se espera as coisas acontecem. O mundo pode ser uma droga, as pessoas não prestarem, você estar cansado. Nada com nada, mas uma hora acontece. E nessa fé existe pessoas que continuam sua luta. Dia a dia. Incansáveis. Descortine a Sombra a sua frente e tente ver além do óbvio. Talvez seja sua hora de mudar. Talvez seja sua hora de acontecer.

- Tá Perdido?
Para acompanhar os contos, começe pelo mais antigo.
Boa leitura e diversão.


- Gostou?
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Obrigado Pela Visita!


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